Senti a necessidade de fugir da mente. Já fiz isso por pequenas diversas vezes desanimadas.
Não quero responsabilidades, já as tenho. Não quero a incumbência de estar certa, eu me tiro esse fardo. Não quero amanhãs, não quero metáforas e também não quero lições. Nada mais quero que sutis linhas despretensiosas, com um pé no chão e outro no céu, que me tirem um quilo da alma ou -até- me deixem inerte, eu aceito.
Seria uma brincadeira no escuro, apostando na casualidade. Eu bem diria que eu não tenho dificuldades, pois me pego fazendo o mesmo deitada, como alguém que se perdeu na clareza do teto ou na penumbra que me pesa as pálpebras mas que, porém, infelizmente, eu depois esqueço.
Então, eu vou me estendendo e daí presumindo que o alvo se fez visível e que a direção era essa. A minha mira foi digna de acerto mas, se chegará lá, eu realmente não quero saber. Apenas eu estava unida ao juízo de me permitir desinibidas e incaláveis letras que me (leia-se: "somente me") tragam conforto.
Eu quero mais vígulas,
Não quero responsabilidades, já as tenho. Não quero a incumbência de estar certa, eu me tiro esse fardo. Não quero amanhãs, não quero metáforas e também não quero lições. Nada mais quero que sutis linhas despretensiosas, com um pé no chão e outro no céu, que me tirem um quilo da alma ou -até- me deixem inerte, eu aceito.
Seria uma brincadeira no escuro, apostando na casualidade. Eu bem diria que eu não tenho dificuldades, pois me pego fazendo o mesmo deitada, como alguém que se perdeu na clareza do teto ou na penumbra que me pesa as pálpebras mas que, porém, infelizmente, eu depois esqueço.
Então, eu vou me estendendo e daí presumindo que o alvo se fez visível e que a direção era essa. A minha mira foi digna de acerto mas, se chegará lá, eu realmente não quero saber. Apenas eu estava unida ao juízo de me permitir desinibidas e incaláveis letras que me (leia-se: "somente me") tragam conforto.
Eu quero mais vígulas,
Eu quero um pouco menos de mim.